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'Agenciadores' se aproveitam de quem tem direito de receber DPVAT

 

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Na porta de hospitais de Goiânia, o JN encontrou um comércio pra obtenção da indenização para parentes e vítimas de acidentes de trânsito.

No Brasil, parentes e vítimas de acidentes de trânsito têm direito a uma indenização: o seguro DPVAT. Para receber, basta juntar a documentação exigida. Mas na porta de hospitais de Goiânia nossa reportagem encontrou um comércio pra obtenção desse seguro.

Para o maior hospital público de Goiás são encaminhados os casos mais graves de acidentes de trânsito. O produtor do Jornal Nacional é abordado logo na chegada.

Mulher: Oi moço, tudo bem? O senhor está acompanhando alguém aqui?
Produtor: ‘Tô’.
Mulher: Foi acidente de trânsito?
Produtor: Foi.
Mulher: Eu posso deixar um cartãozinho com você? É que eu trabalho com o DPVAT. Você pode ‘tá’ me passando seu número para gente ‘tá’ entrando em contato?

O produtor passa o telefone e recebe um aviso de que pode ser procurado por outras pessoas.

Mulher: Se alguém pedir seu número, o senhor fala que já passou para mim, tá bom?
Produtor: Ah, ‘tá’ ok.

Em outro hospital, agora na Região Metropolitana, uma mulher diz que trabalha com o DPVAT. 

Produtor: Assessoria de DPVAT é a senhora?
Mulher: É.
Produtor: E quantos por cento que é?
Mulher: O que que quebrou?
Produtor: O fêmur.
Mulher: O fêmur? Eu faço para você a 25%. No momento que você entra no hospital, eles passam seu telefone para os escritórios. A hora que você sair, seu telefone não vai parar de tocar. Todo mundo vai te ligar, te fazer propostas.
Produtor: A senhora é advogada?
Mulher: Não, não. Eu só trabalho no escritório. Sou só captadora.

No Centro de Referência em Ortopedia da Prefeitura de Goiânia, os produtores do “Jornal Nacional” encontraram agenciadores do lado de fora e o pior, dentro da unidade também. E quem faz a intermediação é um funcionário público. Para não ser descoberto, o servidor fala bem baixinho. “Senta aí, e espera, porque eu sou funcionário, senão o chefe me enche o saco”, ele diz.

O servidor chama duas mulheres, que também são agenciadoras, e explica o caso: “Ele fez cirurgia e não deu entrada, não. Vai lá fora e conversa com ele direitinho.”

O produtor e as mulheres saem para negociar. Elas prometem agilidade no processo: “O seu eu consigo receber ele em trinta dias”, afirma uma delas.

Em seguida, o servidor aparece para ver se estava tudo acertado para dar entrada no processo. A secretaria municipal da Saúde investiga, há oito meses, servidores que estariam intermediando o pagamento do seguro do DPVAT. Um processo foi aberto contra o funcionário mostrado na reportagem. Ele pode ser exonerado.

O Jornal Nacional foi atrás dos contatos nos cartões entregues pelos agenciadores. Na maioria dos casos, são despachantes que montam os processos para dar entrada no seguro.

“Aqui nesse escritório que você ligou a gente tenta inicialmente junto a seguradora, é um processo administrativo, é um processo mais rápido”, relata a atendente.

A seguradora responsável pelo DPVAT, alerta: não é necessário recorrer a advogados ou intermediários para entrar com pedido de indenização. Basta a família, no caso de vítima fatal, ou o próprio acidentado, comparecer às agências dos Correios e locais credenciados, como Procons e Detrans.

Para pedir reembolso com despesas médicas, por exemplo, é necessário carteira de identidade, CPF, boletim de ocorrência e recibos que comprovem que houve mesmo aquele gasto. A indenização, neste caso, é de até R$ 2.700.

O Sindicato dos Corretores de Seguros critica quem faz a intermediação. “A sociedade não precisa pagar nenhum preposto, nenhum escritório para dar continuidade às suas solicitações. É gratuito para a sociedade”, garante Henderson Rodrigues, Sind. dos Corretores de Seguro de Goiás.

Os administradores dos dois hospitais estaduais que aparecem na reportagem dizem que não há indícios de envolvimento de funcionários no esquema. Mas que diante da denúncia vão investigar.


http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/04/agenciadores-se-aproveitam-de-quem-tem-direito-de-receber-dpvat.html

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